quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O SANTO ENFRENTA O TIGRE


Este é o volume nº 113 da Colecção Vampiro - "O Santo Enfrenta o Tigre" -  que eu tenho na minha colecção. Trata-se de uma obra intitulada no original "The Saint Meets the Tiger", com o título em tradução literal para português. O seu autor, Leslie Charteris (1907-1993), filho de um médico chinês e de uma britânica, teve enorme sucesso com esta série do seu herói "O Santo", aliás Simon Templar, passado ao cinema e à televisão, sendo muito conhecida a interpretação do actor Roger Moore.
























O autor casou quatro vezes e deixou publicados, em livro, o quádruplo do número de esposas, sendo a obra ampliada através de novelas, algumas escritas ou adaptadas por terceiros.


























Como o Santo não era nenhum santo, a sinopse da editora "Livros do Brasil", antecipada na contracapa do nº 112, diz:
"Uma calma cidadezinha inglesa... e o Santo veio para apanhar sol e, ocasionalmente, um milhão de dólares. Ninguém sonhava com a existência deste milhão. Mas o Tigre tinha-o... e o Santo atravessara meio mundo para lho roubar".


O autor Leslie Charteris






quarta-feira, 7 de agosto de 2019

PETER CHEYNEY - ESTE HOMEM É PERIGOSO


























Trata-se do primeiro livro policial escrito pelo escritor inglês Reginald Evelyn Peter Southouse Cheyney, que assina Peter Cheney. Nascido em Londres, no dia 22 de Fevereiro de 1896, trabalhou inicialmente num escritório de advogados, profissão que não lhe agradou. Depois de escrever livros de poemas, decidiu-se, aos quarenta anos de idade, publicar "Este Homem é Perigoso" (This Man Is Dangerous). 


O escritor tinha o costume de usar um cravo vermelho na lapela, sabia jogar golf, judo e boxe.
Depois de escrever e publicar 15 romances, o senhor Cheyney faleceu no ano em que eu nasci (1951), com 55 anos de idade.
O exemplar em língua portuguesa que eu possuo faz parte da Colecção Vampiro (capa a abrir o post), sendo o nº 110, com capa de Cândido Costa Pinto e tradução de L. de Almeida Campos.
Antes do início do capítulo 1 (A Cilada), a obra tem uma entrada onde se lê (parcialmente):
"O quartel-General da Polícia de Oklahoma chama todos os carros patrulhas, todos os postos de polícia de viação...
Procurem Lemmy Caution que se evadiu da cadeia de Oklahoma, depois de ter morto um guarda e o xerife substituto."
A título de curiosidade: Lemmy Caution (agente do FBI), a par de Slim Callaghan (detective particular), são heróis dos livros de Peter Cheyney.


REGRESSO

Depois de uma ausência de quase dois anos e meio, regresso aos livros policiais, procurando na minha colecção,ao acaso, os que trago até este blog, apontando as versões da mesma obra que encontro reproduzidas, designadamente pelas capas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

NOVA COLECÇÃO POLICIÁRIA



Há tempos, num email que enviei a um amigo, disse isto:
"As tiragens limitadas também têm esse intuito: disponibilizar poucos para não sobrarem muitos. E não dar lugar a segundas edições. Enzo Ferrari, quando tinha 500 compradores para os seus modelos desportivos, mandava fazer 499. Não vou assim tão longe, porque não abri assinaturas e pré-vendas, mas tenho os meus critérios editoriais". 
A colecção que estou a desenvolver e a publicar, reflecte essa linha - os livros são primordialmente para coleccionadores.
Esta edição é o início de uma série de "policiários", cuja capa e contracapa estão acima, tal qual enviei para a gráfica. Esta capa, com algumas alterações de pormenor e de cor, fazem parte deste blog e foi baseada - quanto à figura da mulher - num desenho de um romance policial americano, uma espécie de pastiche. É claro que tanto a capa como a contracapa e os desenhos do interior têm a ver com o conteúdo.
Toda a sequência destas novelas policiais terão de comum três condições: a primeira é que têm 100 páginas cada uma; têm três ilustrações de página no miolo; o personagem principal não é um detective nem um advogado nem um polícia, mas sim um funcionário do Fisco (inspector tributário, nível 2) que é envolvido em encrencas e que, metediço como eu, gosta de seguir o fio até apanhar o novelo.
A leitura é rápida, trepidante quanto possível, com ingredientes necessários ao género. Este episódio, por exemplo, passa-se perto de Aubagne (a 17 km de Marselha-França), nas férias do funcionário. Obviamente não utilizo o truque de encher páginas com fait-divers, palha de centeio a esmo ou muita sangria de encher morcelas, bem como utilização exagerada de diálogos que aumentam o número de páginas com escassos caracteres e sem interesse para a "rodagem" do enredo.
Os livros, se são considerados de bolso, não cabem em todos (à excepção dos de uma gabardina) pois têm a dimensão de 14x22 cm.
Não se procure o livro nas livrarias, porque não vai estar lá. São, como disse, tiragens para coleccionadores, exemplo que já estou perseguindo em o almanaque trimestral O Bandarra (há leitores que, ao comprarem o número do 1º trimestre de 2017 requerem do livreiro do 4º de 2016, mas este último já esgotou em alguns vendedores).
Este meu blog é uma montra onde exponho, porque cheguei à conclusão que a venda dos meus livros não deve ser feita directamente por mim, mas por terceiros (os livreiros), sem mais intermediários. Só compra quem quer e, como dizem os americanos "what you see, what you get".

quarta-feira, 11 de maio de 2016

OS CINCO PORQUINHOS


Quando a Colecção Vampiro apareceu (1947) eu ainda não era nascido. Isso não obstou a que não possua o primeiro livro  dessa colecção de policiários de bolso, mal me apanhei com possibilidades de o ler e de o adquirir, neste caso através de uma segunda edição que em boa hora a Livros do Brasil foi publicando a par da edição corrente.

A colecção abriu com este título de Agatha Christie, no original "Five Little Pigs" (Os Cinco Porquinhos), que em português, na tradução de Edson Ferreira Santos, levou como título "Poirot Desvenda o Passado".

Reabro assim este espaço, ao fim de um interregno mais ou menos longo, procurando deixar registos dos livros deste género, com especial menção dos que tenho da Colecção Vampiro (e possuo quase todos).
Tanto quanto possível, deixarei aqui as capas de outras edições nacionais e estrangeiras.
Embora neste primeiro número da colecção Vampiro não seja mencionado o autor da capa, identifico-a como da autoria do mestre Cândido Costa Pinto.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

PARA OS INTERESSADOS



Para os eventuais interessados na aquisição do meu livro policial, deixo aqui o link da livraria da Chiado Editora
http://www.chiadoeditora.com/index.php?option=com_virtuemart&page=shop.browse&category_id=12&Itemid=171&vmcchk=1&Itemid=171
que os leva directamente à página onde se encontra, conforme cópia reproduzida a abrir este texto, com o destaque, a vermelho, que eu lhe dei.
Basta clicar no botão "encomendar" e seguir as instruções.
Desde já, um obrigado a todos os que decidem e arriscam ser meus leitores... e amigos.

domingo, 22 de dezembro de 2013

UM POLICIAL PARA O NATAL

 
 
É natural que, durante algum tempo, eu mantivesse a montra deste blogue sem qualquer alteração. Pudera! Tinha em exposição o meu próprio romance policial e era uma forma de mostrar ao passante - ou, eventualmente, aquele que mudasse do outro passeio da rua para este - a montra com esse meu trabalho publicado.









 
Acontece que estamos no Natal e há que alindar a montra com os artefactos atinentes à quadra. Ora, nada melhor do que expôr um romance policial dedicado, ainda para mais escrito por esse mestre da literatura policial que foi Georges Simenon.
Surge, desta feita, o livro da formidável Colecção Vampiro (o nº  426), precisamente intitulado "Um Natal de Maigret". Para ser mais preciso, trata-se de duas novelas e um conto do famoso escritor, cuja acção se desenvolve no Natal. Na primeira, o Comissário enfrenta um Pai Natal muito estranho que, entrando no quarto de uma criança, lhe oferece uma boneca e, em seguida, levanta as tábuas do sobrado "para ver o menino do andar inferior". Na segunda, o caso prende-se com alguém que percorre as ruas de Paris a partir os vidros dos alarmes dos postes telefónicos. O terceiro, que é um conto, relaciona-se com prostitutas, tudo isto no Natal.
Posto isto, um FELIZ NATAL para todos.